Eleições autárquicas 2017

Outubro 3, 2017

O resultado das eleições autárquicas de 1 de Outubro de 2017 ditou uma derrota significativa para o PSD, em especial em Lisboa e no Porto.

Contudo se analisarmos as votações com detalhe, procurando determinar as mudanças de votos em 3 conjuntos de partidos  – os que apoiam o governo, os da oposição e os restantes sem representação parlamentar, verificamos que a derrota tem uma menor dimensão. Vejamos o quadro sintese abaixo:

2017 2015 2017/2015
PS-PCP-BE 57,6% 52,7% 4,9%
PSD-CDS 38,6% 40,1% −1,5%
Ind + Outros 3,9% 7,2% −3,4%
Total 100,0% 100,0% 0,0%
Dados (cne.pt). O número de votos nas legislativas de 2015 e nas autárquicas de 2017. Os números de votos de 2017 estão corrigidos através da redistribuição das coligações de cidadãos e da diferença do total de votantes entre os 2 actos eleitorais (268.745 votantes a menos em 2017), efectuada em função do peso do número de votos no total de 2017.

A coligação PSD-CDS apenas perde 1,5% de votos o que, em conjunto com a descida do voto nos “Outros partidos” (3,4%) justifica a subida da coligação que suporta o Governo. Portanto, falar-se de uma estrondosa derrota do PSD é exagerado, sobre a perspectiva nacional.

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https://blasfemias.net/2016/05/25/e-aos-16-anos-pode-mudar-se-de-escola/

Maio 25, 2016

https://blasfemias.net/2016/05/24/luta-de-classes-redux/

Maio 24, 2016

Neutro

Maio 3, 2016

O PR não é neutro.

Foi nisto que votou?

Novembro 12, 2015

https://m.facebook.com/JSD.Nacional/photos/a.400030273303.179085.117660053303/10153824541593304/?type=3&theater

Rigor e informação

Março 29, 2013

Voltou a confusão à cerca dos encargos futuros com as PPP. O sr.  Sócrates veio a Terreiro ditar a sua verdade.  Alguns desmentidos surgiram mas as dúvidas  persistem: qual é o seu verdadeiro valor?  Será que não há  nenhuma entidade nesta República que possa de uma vez por todas informar os cidadãos? O mesmo é válido para o deficite, a dívida, etc.

Histeria de massas

Outubro 7, 2012

Portugal vive desde há cerca de um mês num estado de histeria colectiva. Este fenómeno é definido pelos psicólogos como “manifestação espontânea de sintomas psicológicos histéricos por mais que uma pessoa, quando  um grupo de pessoas acredita que sofre da mesma doença”.

A doença neste caso é a TSU. Todos acham que estão afectados por esta doença. Todos sabem que lhes faz mal. Todos acham que é mortal, quer aqueles mais indefesos, quer os de melhor saúde.
E não há médico que explique que tal não é doença, é parte da cura?

Hora de mudar

Maio 22, 2011

Está na Hora de Mudar

A comunicação

Março 31, 2011

A comunicação do Sr. Presidente da República ao país, que hoje escutámos, segue a linha já conhecida de pouca clareza e pouco esclarecimento.
Espera-se de um chefe de Estado que se coloque acima de todos os actores políticos e que fale claramente aos seus concidadãos sobre o que pensa, que diligências tomou e qual foi a reacção dos partidos, sobre a situação da nação.
Não foi isso a que assistimos. A ideia com que ficamos é que o mais alto representante do povo português protege os partidos em vez de esclarecer e defender o seu país. Esta forma de actuar não é admissível.
Estou certo que um monarca, descendente dos fundadores da nossa nação, não procederia desta forma. Transmitiria a sua opinião publicamente, sem receio de ferir este ou aquele partido, procurando sempre informar o seu povo, colocando-se acima dos partidos.
Se os partidos e os seus lideres não servem, há que o dizer, sem receios. Outros portugueses estarão disponíveis e serão capazes de conduzir a nação a bom porto. Há sim pouco espaço para vingar.

Monárquicos unidos

Março 27, 2011

Nesta altura de crise e quando se avizinham eleições em Portugal, é essencial que os monárquicos se unam.

A par dos graves problemas económicos e financeiros, o nosso país atravessa uma grave crise moral. Acredito que a restauração do orgulho de ser português facilitará a tarefa hercúlea que temos pela frente.

Portugal foi enorme enquanto monarquia. A restauração da monarquia é essencial para retomarmos o nosso lugar no mundo e, muito mais importante, nos sintamos bem connosco, como povo e como indivíduos.

É por isso que considero decisivo que os vários movimentos monárquicos nacionais se unam em torno do único movimento que se constituiu como partido político, potenciando um maior número de contributos e o alcance de mais destinatários.