Archive for Março, 2011

A comunicação

Março 31, 2011

A comunicação do Sr. Presidente da República ao país, que hoje escutámos, segue a linha já conhecida de pouca clareza e pouco esclarecimento.
Espera-se de um chefe de Estado que se coloque acima de todos os actores políticos e que fale claramente aos seus concidadãos sobre o que pensa, que diligências tomou e qual foi a reacção dos partidos, sobre a situação da nação.
Não foi isso a que assistimos. A ideia com que ficamos é que o mais alto representante do povo português protege os partidos em vez de esclarecer e defender o seu país. Esta forma de actuar não é admissível.
Estou certo que um monarca, descendente dos fundadores da nossa nação, não procederia desta forma. Transmitiria a sua opinião publicamente, sem receio de ferir este ou aquele partido, procurando sempre informar o seu povo, colocando-se acima dos partidos.
Se os partidos e os seus lideres não servem, há que o dizer, sem receios. Outros portugueses estarão disponíveis e serão capazes de conduzir a nação a bom porto. Há sim pouco espaço para vingar.

Monárquicos unidos

Março 27, 2011

Nesta altura de crise e quando se avizinham eleições em Portugal, é essencial que os monárquicos se unam.

A par dos graves problemas económicos e financeiros, o nosso país atravessa uma grave crise moral. Acredito que a restauração do orgulho de ser português facilitará a tarefa hercúlea que temos pela frente.

Portugal foi enorme enquanto monarquia. A restauração da monarquia é essencial para retomarmos o nosso lugar no mundo e, muito mais importante, nos sintamos bem connosco, como povo e como indivíduos.

É por isso que considero decisivo que os vários movimentos monárquicos nacionais se unam em torno do único movimento que se constituiu como partido político, potenciando um maior número de contributos e o alcance de mais destinatários.

Contagem decrescente

Março 21, 2011

Aproxima-se o dia D.

Amanhã o governo PS cairá na AR. E já cai tarde.

Deverá terminar aqui um ciclo dominado pelo socialismo económico e social, iniciado há 15 anos. Este ciclo conduziu ao empobrecimento económico e cívico de Portugal, pela via de implementação de políticas erradas, de caracter colectivista e centralizador, a par de uma clara sinalização de desresponsabilização individual e colectiva.

Em breve se iniciará (espero) um caminho que permitirá livrar Portugal do socialismo. As eleições antecipadas são uma oportunidade única para a direita propor a sua alternativa de desenvolvimento nacional. Este caminho deve ser iniciado logo que Sócrates se demita (ou seja demitido).

Apresentar propostas claras é um desafio. A direita não deve ter receio de avançar com um programa de governo de caracter economicamente liberal e socialmente baseado no mérito e promotor de competitividade, brio pessoal e profissional. Sobretudo exaltando o orgulho dos portugueses no trabalho bem feito.