Archive for the ‘Uncategorized’ Category

https://blasfemias.net/2016/05/25/e-aos-16-anos-pode-mudar-se-de-escola/

Maio 25, 2016
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https://blasfemias.net/2016/05/24/luta-de-classes-redux/

Maio 24, 2016

Neutro

Maio 3, 2016

O PR não é neutro.

Rigor e informação

Março 29, 2013

Voltou a confusão à cerca dos encargos futuros com as PPP. O sr.  Sócrates veio a Terreiro ditar a sua verdade.  Alguns desmentidos surgiram mas as dúvidas  persistem: qual é o seu verdadeiro valor?  Será que não há  nenhuma entidade nesta República que possa de uma vez por todas informar os cidadãos? O mesmo é válido para o deficite, a dívida, etc.

Hora de mudar

Maio 22, 2011

Está na Hora de Mudar

A comunicação

Março 31, 2011

A comunicação do Sr. Presidente da República ao país, que hoje escutámos, segue a linha já conhecida de pouca clareza e pouco esclarecimento.
Espera-se de um chefe de Estado que se coloque acima de todos os actores políticos e que fale claramente aos seus concidadãos sobre o que pensa, que diligências tomou e qual foi a reacção dos partidos, sobre a situação da nação.
Não foi isso a que assistimos. A ideia com que ficamos é que o mais alto representante do povo português protege os partidos em vez de esclarecer e defender o seu país. Esta forma de actuar não é admissível.
Estou certo que um monarca, descendente dos fundadores da nossa nação, não procederia desta forma. Transmitiria a sua opinião publicamente, sem receio de ferir este ou aquele partido, procurando sempre informar o seu povo, colocando-se acima dos partidos.
Se os partidos e os seus lideres não servem, há que o dizer, sem receios. Outros portugueses estarão disponíveis e serão capazes de conduzir a nação a bom porto. Há sim pouco espaço para vingar.

Monárquicos unidos

Março 27, 2011

Nesta altura de crise e quando se avizinham eleições em Portugal, é essencial que os monárquicos se unam.

A par dos graves problemas económicos e financeiros, o nosso país atravessa uma grave crise moral. Acredito que a restauração do orgulho de ser português facilitará a tarefa hercúlea que temos pela frente.

Portugal foi enorme enquanto monarquia. A restauração da monarquia é essencial para retomarmos o nosso lugar no mundo e, muito mais importante, nos sintamos bem connosco, como povo e como indivíduos.

É por isso que considero decisivo que os vários movimentos monárquicos nacionais se unam em torno do único movimento que se constituiu como partido político, potenciando um maior número de contributos e o alcance de mais destinatários.

Falar para o novo Portugal

Agosto 23, 2010

O post que abaixo reproduzo leva-me a reforçar a ideia que é preciso pensar em soluções alternativas para o nosso país, e até para a UE.

É preciso pensar fora da caixa que foi construída no pós guerra, e que foi mantida graças ao crescimento económico e explosão demográfica que se verificou na Europa, até há pouco mais de 20 anos. Neste momento as condições favoráveis ao modelo económico social deixaram de existir. Não há como sustentar um Estado social abundante sem crescimento económico.

Para além disso, criou-se a mentalidade tendente a exacerbar os direitos de cidadania, desprezando os deveres de cada um perante a sociedade. Neste contexto, ao cidadão cabe quase exclusivamente o dever de pagar os impostos e deixar que o Estado, omnisciente, lhe preste todos os serviços.  Com a agravante que, mesmo que o cidadão não pretenda usufruir desses serviços (porque escolheu obtê-los por outra via), tem que pagar obrigatoriamente os impostos correspondentes (excluindo daqui a parte que é dever do cidadão, respeitante a componente solidária).

É preciso mudar esta mentalidade. Todos os que pensam diferente devem dar a sua voz por soluções diferentes. Chega de dogmas.

In 31 da Armada, 22/08/2010

(http://31daarmada.blogs.sapo.pt/4363423.html)

Sócrates voltou hoje a apresentar-se como o defensor irredutível do “estado social”, contra o cerco que acha que o PSD lhe está a fazer. Não há dúvida de que esta será a retórica do PS até às próximas legislativas. Por isso, é preciso que a direita perceba o seguinte: em Portugal, a maioria esmagadora da actual população activa urbana cresceu e viveu absolutamente dependente do Estado – trabalhando para o dito e/ou dele recebendo os mais diversos subsídios e subvenções. Mesmo no mundo rural, a agricultura foi há muito substituída pelo Estado como a principal fonte de rendimento (aliás, a própria agricultura que ainda resta também sobrevive porque é subsidiada). Este é o país que temos. É o país que é. Que, em grande medida – na ditadura e na democracia -, o obrigaram a ser. E o PS, por definição ideológica, é o partido deste Portugal – que alegremente troca a ambição por protecção, que suspeita dos que sobressaem e prefere a igualdade a qualquer custo, mesmo se essa igualdade significa a pobreza de todos. Sócrates não precisará de se esforçar muito para que este Portugal se sinta identificado com o seu discurso. Ele é, por excelência, a sua voz. Quem tentar fazer o mesmo, não passará de reles imitação.

No entanto, há um outro Portugal que surge. Porventura, é ainda geracionalmente demasiado definido, mas a sua influência começa a pressionar a velha ética do colectivismo e do assistencialismo. É o Portugal que cresceu na falência do Estado embalsamado que Sócrates venera. O Portugal dos que do Estado apenas esperam que este não os incomode mais do que o estritamente necessário. Dos que aproveitam a globalização para conhecer o mundo e comparar realidades, cujas raízes não serão num só sítio. Dos que querem arriscar e ter sucesso ou arriscar e falhar e arriscar de novo, em vários países, que não acham que devemos todos viver em rebanho mas, pelo contrário, que cada um deve poder procurar a felicidade à sua maneira, livremente desenvolvendo os seus talentos.

Se a direita quiser servir para alguma coisa, tem e perceber que há um Portugal mental velho, que espera do Estado a doação de um modo de vida, e um Portugal mental novo. Se quiser ter uma influência duradoura no governo do país, é para este último que tem de falar, construindo uma narrativa ideológica consistente e um discurso que suporte intelectualmente essa mudança geracional e sociológica. Tem de falar, com coerência e propostas concretas, de liberdade. Se o PS é o partido dos instalados do velho Portugal, a direita tem de ser a escolha natural do novo Portugal: de gente livre, cosmopolita, empreendedora e ambiciosa.

Gestão Pública

Maio 2, 2010

Quando numa empresa se pensa num projecto de investimento, calcula-se o retorno que este irá gerar e quando superará o custo inicial e os encargos de financiamento.

Num Estado deveria ser assim também. É praticamente sempre possível quantificar os efeitos que um investimento público tem na economia e finanças de uma Nação. Então porque não se faz? E se se faz, porque não se divulga? Para ser avaliado pelos cidadãos, especialistas ou não (há diversas formas de explicar o economês).

Só vejo uma de duas razões: não se faz, ou faz-se mas o retorno não supera os custos com o investimento.

Restaurar a Nação

Abril 2, 2010

Portugal está em crise. Não só em crise financeira, está em crise económica, social, educacional, de segurança, de esperança, de confiança, política, da saúde, da justiça, de emprego, de crescimento, enfim, está em Crise!

Diagnósticos há muitos. Os partidos têm vários, os especialistas, outros tantos, os comentadores profissionais também, o Presidente acho que tem um mas não diz porque tem que medir as palavras, enfim, todos têm um diagnóstico.

Mas e o que fazer? O que acham os portugueses? Bem, parece que 40% votam nas eleições e presume-se que se sentem representados pelos partidos em que votam. Depois há os outros 60% que não votam. Porquê?
Temos também algumas manifestações vindas daqueles que trabalham em sectores onde os sindicatos têm força, e fazem greves que prejudicam todos em proveito de alguns, aqueles que se vão orientando pelos buracos da lei, os que se vão orientando com subsídios e rendimentos mínimos, os que têm ordens profissionais que defendem os seu interesses acima de tudo, os que se orientam com os dinheiros públicos empregues em construções e investimentos menos públicos, enfim, os que se vão orientando.
E no meio de tudo isto, como fica a Nação? O que somos? Onde queremos estar daqui a 5 anos? E a 25? Alguém no governo, na presidência, na oposição, tem uma proposta? Uma ideia sequer?
Tenho para mim que uma Nação que não tem rumo não tem futuro. A nossa história mostra-nos que quando houve rumo houve futuro, crescemos como povo e gerámos desenvolvimento. Tivémos gente de visão, verdadeiros estadistas, ao longo dos vários séculos como Nação independente.
E hoje?
Não me resigno a esta situação. Temos concerteza gente capaz de liderar a mudança, de restabelecer a confiança, de dizer: é este o caminho! Com honestidade! Com verdade, sinceridade, sem interesses que não sejam os da Nação.
Em resumo, há que Restaurar a Nação!